sexta-feira, 27 de março de 2009

Aquí sentado passando del tiempo
Esperando
A que vuelvas tu...

domingo, 22 de março de 2009

Shadow of the Colossus

Sabe, há alguns dias atrás eu baixei um jogo para o meu PS2. Um game? Talvez mais do que isso. Talvez até uma obra de arte em forma de jogo.Shadow of The Colossus realmente é um jogo primoroso. Nele, você é um herói sem nome que vaga por um mundo gigantesco e extremamente detalhado, e deve sair à procura de 16 colossos e matá-los, tudo por causa de uma moça sem nome que fica deitada num altar de pedra no centro do cenário.

O jogo não tem nenhuma muita história, e nem muitos personagens. Só há o herói, a moça no altar de pedra, o cavalo do herói, a voz que vem do céu dizendo o colosso que você deve caçar, e os 16 colossos. Tocante, né??

Mas, se você achou Tomb Raider um cu entediante, corre o risco de achar o mesmo de Shadow of The Colossus, pois tudo o que você deve fazer é ir atrás do colosso e matá-lo, sem nem mais um bichinho sequer pra você interagir entre um colosso e outro. Ou não, porque, se em Tomb Raider você anda duas horas pelo cenário vazio para matar um tigre, em Shadow você anda duas horas para matar uma besta enorme que leva um bom tempo para ser derrubada e faz você esquecer da longa jornada do templo ao colosso.

Mas o que mais chama a atenção é o senso de escala do jogo. O herói, que tem o tamanho de um hominóide, deve escalar e matar bestas gigantescas que podem matá-lo com um pisão. Sim, cara. Os bichos são grandes pra caralho enormes. Parte animal, parte vegetal, parte mineral, parte construção de alvenaria, o chão treme com os passos dessas porras. E o mais legal é que cada colosso tem várias particularidades, como os locais onde se encontram seus pontos fracos, as partes com pêlos que podem ser escaladas, a forma de escalar cada colosso... Enfim, cada bicho é um desafio novo a ser vencido.O que chama a atenção também são os gráficos. Cara, o mundo é detalhado bagarai. Maravilhoso mesmo. O interessante é a quantidade de elementos que lá estão sem função nenhuma além de parecerem bonitos. E ainda têm as cenas dos colossos indo ao chão, que são muito bem trabalhadas.

O jogo tem bons efeitos sonoros. O som do vento e dos cascos do cavalo só fazem aumentar a sensação de solidão do jogo. Mas as musiquinhas que vez em quando aparecem são bem boas também.

Outro detalhe importante é que não se acumula experiência. Ou seja, do jeito que você começa o jogo, você termina. E assim também são as armas. A espada e o arco e flecha não possuem upgrades. Isso evita coisas do tipo "puta que pariu, deveria ter melhorado a outra arma".

Resumindo, esse é um jogo do caralho. Eu recomendo.

Baboseira

Eu tinha um passarinho chamado Tro. Quando chovia, Tro voava...

segunda-feira, 9 de março de 2009

Hoje é segunda-feira. Logo, ontem foi domingo (...). Domingo de passar a tarde comendo coco e jogando Guitar Hero III com meu primo. Nós conseguimos tocar Raining Blood no modo Hard, véio! Não que isso signifique muita coisa, mas é foda pra caralho muito difícil conseguir isso. E ficamos das 2 às 6 nisso, até que eu fui fazer algo de gente menos retardada mais normal.

Cara, foi legal se encontrar com alguns amigos que eu não via já há alguns meses. Encontrar-se numa lanchonete, falar bobagem, comer batatinha frita dura, falar bobagem, tirar sarro do Negão, falar bobagem, beber coca-cola e, é claro, falar bobagem. Programinha bom, afinal, é perto de casa e mais barato que pizzaria, o que é deveras interessante em tempos de pão-durismo verba curta advinda do papai...

E, claro, ontem foi dia de Palmeiras e Corinthians (ou Corinthians e Palmeiras, como preferir). Grande bosta. Como pode ver, não me importo muito com isso (não me importo, já beirando o "não me importo nada com isso"), afinal torço para um time que só ganhou 4 títulos e meio em seus quase 90 anos de existência e que continua longe de qualquer conquista de peso. E, falando em peso, esse gol do Ronaldo já encheu o saco. Em tudo quanto é canto só se fala disso.

E, como já disse no começo desse texto, hoje é segunda-feira, dia de aula (caraio, tô falando de faculdade em todo santo post). Pelo menos as aulas no técnico agora só segunda que vem. Vou ter tempo pra ficar moscando fazer todas as minhas lições de casa.

Und ja, der Fußball ist rund wie die Welt.

quarta-feira, 4 de março de 2009

без рубрики

Tô escrevendo isso aqui enquanto dou uma pausa nas lições de casa.

É, lição de casa. Graças ao técnico e à faculdade fui obrigado a recriar esse hábito perdido há mais de 6 anos. Claro, até porque, sei deixar de fazer tais lições, tomo no cu no fim do semestre e no fim do ano. Também porque agora me sinto mais motivado para estudar, afinal, só descobri que precisava me empenhar mais nos estudos ano passado (descobri, mas não botei isso em prática).

Afinal, agora estou estudando cousas importantes e que eu gosto (é, geometria analítica, física, química, cálculo diferencial e integral, fundamentos da mecânica... eu gosto mesmo dessas porras todas aê...). Que fique bem longe de mim agora aqueles troços de literatura, economia da àsia Meridional, relevo do Canadá, linkage e crossing-over, feudalismo na Europa medieval, sistemas de governo na Grécia Antiga, PTC, Ações e Cidadania, etc, etc, etc... Nunca gostei dessas merdas, por isso minhas notas estavam sempre no limite mínimo. Afinal, nesse ponto eu até concordo com um certo Führer que eu espero que esteja com o cu ardendo no inferno. Estudar somente o que eu gosto e o que é realmente importante.

Quem diria... A física que eu tanto xinguei e meti o pau vai ser o pilar de sustentação do meu curso de engenharia... Que cousa, não?

Agora me dêem (ortagrafia antiga mesmo, que se foda) licença que essa lista de exercícios é pra amanhã.