quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Us buzum pararu

É mó legal descobrir, a 5 minutos antes de sair de casa,que os motoristas e cobradores de ônibus estão em greve. E isso às 6 da manhã, quando já está tudo lotado naturalmente. E o mais legal de tudo é que, dentre as várias empresas que fazem o transporte público na cidade, justamente a que atende a minha região foi a única a parar. Com o metrô a vários kilômetros de distância, o jeito foi me aventurar em um dos Beléns super abarrotados de pessoas.

A Viagem: Parte I
Aquele era o ônibus menos lotado que havia aparecido até então. À primeira vista, havia espaço para mais umas 4 ou 5 pessoas antes da catraca e a parte traseira do coletivo estava completamente lotada, mas, no ponto seguinte, provou-se que cabia muito mais gente lá dentro. Como não havia o menor vestígio de 2182 nas ruas e eu já estava atrasado, resolvi entrar.

Felizmente, às 6h40min da manhã a probabilidade de aparecer pessoas catinguentas no coletivo era pequena, e isto não me incomodou. Entretanto, o sol ia subindo, e o calor começou a incomodar. Segurava a mochila na mão esquerda e o balaústre na mão direita e, a cada curva que o ônibus fazia, eu tinha que segurar o meu peso e o de mais umas três pessoas no braço direito, ou porque não podiam se segurar com mais força, ou porque não queriam.

- Dá mais um passinho pro fundo aê pessoal, por favor!
- Não dá!!
- Não dá?? Vai na Leste e diz isso pro cobrador pra você ver se não dá!

Mas, depois de meia hora de esmagamento, abafaréu e stress, e quase com a coluna partida em dois, eu enfim cheguei à av. Celso Garcia. Afinal, entre mortos e feridos, salvaram-se todos.

A Viagem: Parte II
Depois de pegar um ZN com cara de ZL, tive que pegar um autêntico ZL lotado que só a porra, pra variar, com o ar viciado e com calor sempre presentes. O caminho da Celso Garcia para a R. do Gasômetro é curto, por isso foi uma batalha terrível para chegar na porta de saída do coletivo.

Eu precisava de tempo para alcançar a porta, mas tive o azar do motorista correr pra caralho. Abrindo caminho como dava, tomando algumas cotoveladas como represália e com os braços bambos devido ao esforço da 1ª parte da viagem, ainda cheguei na saída e desci no ponto certo.

Com a sede de 80 camelos, com o cansaço de 50 maratonistas e a preguiça de 130 baianos, cheguei ao meu destino, com 40 minutos de atraso e suando mais que tampa de marmita. Isso foi pra eu parar de reclamar dos dias em que não vou sentado no ônibus, dos dias em que fico em pé o caminho todo. Mas é a vida... Se os caras podem reivindicar seus direitos fodendo com alguns milhares de paulistanos, fazer o quê... Paciência. Aliás, muuuuita paciência.

domingo, 1 de novembro de 2009

Quero dizer apenas que estou estressado.

sábado, 24 de outubro de 2009

Faculdade, metrô Belém e bruxaria

Eu conversava com a minha mãe naquele momento, não me recordo sobre o quê. Então, de repente, eu falei pra ela que eu deveria ir para a faculdade. Sem pegar minhas coisas, do nada eu saí de casa, atravessei a rua e cheguei na faculdade.

Atravessei o pátio e então comecei a subir as escadas rolantes da estação do metrô Belém. Falei com alguma pessoa no topo da escadaria, não sei quem era e nem sobre o que falávamos. Após o papo, desci por uma escada rolante oposta à que eu havia subido, para então chegar na minha sala de Cálculo Diferencial e Integral.

Mas, naquela noite, a aula não era de Cálculo. Era aula de Bruxaria. Logo que entrei na sala, a professora de Bruxaria entrou também, e, nesse momento, eu pude reconhecê-la como sendo uma tia minha. Ela começou a falar da "arte da bruxaria", e que engenheiros deveriam dominá-la por completo.

E então eu acordei.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Batman e Física

Física é uma matéria bem complicada.Não se aprende Física apenas observando os cálculos mirabolantes que o professor faz na lousa. Por esse motivo, a estratégia adotada pelo meu professor de Física da faculdade é mandar os alunos resolverem dezenas de exercícios. Sim, nesse fim de semana, por exemplo, passei mais de 7 horas resolvendo as listas de exercícios, e ainda faltam uns 40 para que se acabem (ou acabem comigo) completamente.

E em meio a esses exercícios todos eu achei esse aí:

Maaano que tosco-foda! Olha a merda que eu encontro... Nunca pensei no Batman a níveis tão técnicos. E... que coisa! Ele obedece às leis da Física!

Ao ler isso imaginei se, ao invés do Batman, fosse o Bátiman que estivesse aí pendurado. Talvez pesasse mais de 80 kg. E imaginei o Robin falando:

- "Bátiman! O que você está fazendo aí!? Desse dessa porra dessa corda!"

E o pior de tudo é que eu não sei resolver este problema!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Malditos estagiários

Fuçando blogs random por aí achei mais uma cagada publicada no globo.com. Dizem por aí que dessa vez (como em todas as outras) foi de um porra de um estagiário.

Ha! Um paspalhão desses ao ser preso deveria ter sua pena elevada ao quadrado por uma "besteira tão besta" como essa!

Ah sim, claro, me refiro à anta que fez essa legenda.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Aliás, eu costumo ter uma quantidade considerável de idéias de merda para postar aqui, mas acabo esquecendo tudo. Vou começar a anotar o que vier à cabeça.

Vodogravias

Estava agora há pouco olhando umas fotos que tenho em meu pc. Fotos nem tão antigas assim, do tempo em que eu fazia o ensino médio, do tempo em que eu fazia Senai, com aquelas pessoas zuber zubimbas, sendo que algumas delas não vejo há meses... Enfim, estava relembrando esses últimos dois ou três anos.

Fotografias são um negócio complicado, pois trazem consigo um sentimento complicado, que é a saudade. Num primeiro momento, fazem-nos sentir bem, relembrado dos bons tempos passados, de velhas amizades, coisa e tal. Depois, trazem uma puta tristeza ao saber que que esses bons tempos não voltam mais, que aquelas horas reunidos falando abobrinha foram perdidas pelo tempo, que "eu era feliz e não sabia".

Sabe, hoje as cousas estão diferentes. As circunstâncias e pessoas ao redor mudaram. Não dá mais para ficar horas a fio jogados num canto conversando sobre assuntos aleatórios sem ver o tempo passar. Não dá mais para ficar fazendo piadinhas sem graça a torto e a direito. Já não dá mais para fugir da aula de física para poder jogar conversa fora. Não há mais uma rodinha de gente boba que nem liga pra aula para ficar rindo dos assuntos mais bizarros.

Mas a vida é assim. Agora tenho que virar um hominho e ter mais responsabilidade com as cousas.

Esse texto era pra ser mais comprido, mas uma parte do que havia sido formulado se perdeu pela minha memória. Mas foda-se.